Conheço a historia de um pedreiro que tinha muito prestigio com seu chefe que era dono de uma grande construtora de casas. O pedreiro gozava de total confiança com seu chefe, a ponto de ser responsável pela compra de todo o material para cada obra que fosse realizar, sabendo da qualidade de tudo quanto fosse usar. Com muitos anos de trabalho e uma vida de dedicação, chegou o tempo de o pedreiro se aposentar e se afastar de suas atividades. Nesse mesmo tempo, o chefe precisaria viajar a negócios e encarregou o pedreiro de sua última tarefa: A construção de uma última casa, e recomendou que empenhasse toda sua experiência e conhecimento na casa que seria para alguém muito especial. Como última orientação, avisou que dinheiro não seria problema, e que não houvesse economia. Quão grande foi a decepção do pedreiro que esperava uma grande recompensa de seu chefe por todos aqueles anos de fidelidade. O pedreiro iniciou a obra com muito rancor e má vontade. Fez assim uma casa não tão grande e nem atraente, usou do material mais barato e fraco que achou no mercado, e concluiu a obra mais mal feita de toda sua carreira. Ao retornar da viagem,
o chefe mandou que chamassem o pedreiro até o escritório. Lá chegando, o chefe se levantou para receber o pedreiro, agradeceu todos aqueles anos de serviço e lhe deu um forte abraço, colocando em suas mãos um par de chaves e dizendo: "Você é a pessoa especial para quem mandei que fisese a última casa. Ela agora e sua. Não vi a casa ainda mas conheço seu trabalho e sei que fiseste o melhor como recomendei. Tenha como recompensa pelos anos ao meu lado." Chorando, o pedreiro pegou a chave e saiu envergonhado e soluçando muito.
Você pode pensar: "Muito bonita a história, mas... o que isso tem a ver com o nosso espiritual?" E a resposta vem quando nos lembramos de Jó e o que ele fez para que Deus mudasse seu cativeiro. Isso mesmo, Jó orou pelos seus amigos. Ele ja vinha orando muito por sí mesmo, mas foi quando ele começou a interceder por seus amigos que o Senhor reverteu sua situação de enfermo e falido.
Quantos de nós oramos pelo nosso próximo como oramos por nós mesmos? Quando oramos, nos empenhamos da mesma forma? Temos, também, resolvido pagar preço pelas causas de outras pessoas? Saiba desde já, que o Senhor contempla sua oração e faz para ti o que pede para os outros, e até mais. Ok?

Nenhum comentário:
Postar um comentário